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Fraternidade Rosacruz Max Heindel

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O Templo Rosacruz

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A Escola de Mistérios do Ocidente

por um Probacionista

Além do murmurinho do mundo, além da percepção dos limitados sentidos sensoriais do sujeito humano, há um Templo Invisível, onde o discípulo avançado é instruído durante o sono até tornar-se consciente de seus vôos anímicos tornando-se um Iniciado no Caminho da Rosa e no segredo da Cruz.

Os místicos medievais alimentavam a doutrina de que a Antiga Ordem dos Rosacruzes consistia de um limitado numero de Adeptos ou Iniciados altamente desenvolvidos, estando os de grau mais elevado livres das leis da mortalidade [ não demandando reencarnar, estando aptos a criar um veículo apropriado para se manifestar no plano físico] ; os candidatos somente eram aceitos na Ordem após um longo período probatório; os Adeptos possuíam o segredo da Pedra Filosofal e conheciam o processo de transmutação dos metais inferiores em ouro, porém sabiam que estes termos eram apenas alegóricos relacionando-se com o verdadeiro mistério da regeneração humana através da transmutação dos elementos básicos da natureza inferior do homem no ouro da realização intelectual e espiritual.

Acreditavam que tais Adeptos estavam capacitados a ensinar ao homem como funcionar além de seu corpo físico assistindo-o a libertar a rosa [ contraparte espiritual da natureza humana] da cruz [ o corpo físico, considerado como o Templo da Alma ] . Ensinavam que a natureza espiritual estava atada à forma material em certos pontos simbolizados pelas estigmatas da crucificação; porém através de três iniciações alquímicas realizadas no plano espiritual, no etéreo Templo da Rosa Cruz, capacitavam-se a remover aqueles "pregos" que o atavam a cruz de seu corpo físico permitindo que sua natureza divina se desprendesse deste .

Tal processo era descrito em termos metafóricos através das três expressões alquímicas: " A construção do Mar Fundido", "A Construção da Pedra Filosofal" e "A Confecção da Pedra Filosofal".

O Templo Rosacruz constitui uma Escola de super-homens.

É uma realidade viva nos planos internos, onde os Irmãos Maiores da Ordem Roscaras, Adeptos da Grande Fraternidade Branca, se revelam àqueles que transcendem as limitações do mundo material.

"Mesmo quando os gritos e os clamores dos indignos são repetidos mil vezes, mesmo quando eles se oferecem e se apresentam mil vezes a nós, Deus quis que nossos ouvidos não se apercebessem de nenhum. E depois, sua nuvem tomou-nos sob sua sombra, a fim de que nenhuma pessoa dentre nós pudesse forçar-nos a nós, seus servidores. A menos que ele tenha os olhos da águia, ninguém nos pode ver nem reconhecer".

-Confessio Fraternitatis

A águia é um símbolo de iniciação [ o medular fogo espiritual ] . O mundo irregenerado incapaz de despertar este fogo sagrado nas retortas alquímicas de seu próprio ser é incapaz de de compreender o Segredo da Ordem Rosacruz.

A Bíblia diz que Hiram Abiff, o Construtor do Templo de Salomão, era Filho de uma Viúva [ Viúva de Naim ] e um artífice habilidoso. Hiram, o mais alto Iniciado entre os Filhos da Luz [ phree messen ] recebeu através de Cristo a Suprema Iniciação Cósmica, narrada na alegoria bíblica da ressurreição de Lázaro, tornando-se um C.R.C. [ Cristão Rosa Cruz ] , recebendo o simbólico nome de Christian Rosenkreuz. Seu antigo martelo se converte em cruz e seu disco em rosa. Numa manifestação posterior redimenciona a milenar tradição dos Filhos da Luz [ phree messen ] através da Ordem Rosacruz. Sua lenda, narrada na Segunda parte da Fama Fraternitatis é mais uma alegoria da Senda da Iniciação. A exemplo dos Avatares hindus o pai C.R.C. é um personagem trans-histórico guardando em si o caracter simbólico e emblemático que protegem e identificam todos os membros de sua Escola. A misteriosa figura do Conde de Saint German é mais uma manifestação desta mesma entidade. Os antigos alquimistas, conectados com a Ordem Rosacruz, reconheciam o Fogo como Símbolo Universal, pois através dele podiam controlar os metais. Os Rosacruzes são descendentes de Tubal-cain e Hiram Abiff e o propósito de sua existência é preservar a natureza espiritual do homem através de eras de materialidade.

"Max Heindel, o Cristão Místico, descreve o Templo Rosacruz como uma estrutura etérica e refere-se aos Adeptos Rosacruzes como entidades tão avançadas na ciência da vida que a morte os esqueceu".

-Mainly P. Hall, The Secret Teachings of All Ages.

Max Heindel descreve o Templo como uma estrutura etérica, superlativa e incomparável com qualquer edificação material conhecida.

A descrição metafórica dada por Manson, personagem de Charles Ram Kennedy, em sua inspirada obra teatral "O Servo da Casa", ilustra de forma alegórica a natureza de tais estruturas espirituais.

"...Deve ser visto de certa maneira, em condições especiais. Algumas pessoas nunca chegam a vê-lo. Você deve entender que não é um monte de pedras e madeiras mortas. É uma coisa viva.

Quando nele se entra, ouve-se um som, um som que se parece como um cântico. Ouvindo melhor, entenderás que é composto de batidas de corações humanos, da música da alma dos homens - isto é, se tiveres ouvidos para ouvir. Se tiveres olhos para ver, dentro em breve verás o Templo em si - um mistério de formas e de sombras que se eleva do chão ao teto. O trabalho de um construtor [ arche-teckton ] incomum! Seus pilares erguem-se como troncos de herois destemidos; Delicados corpos de homens e mulheres amoldam-se a estruturas fortes e inexpugnáveis; rostos de crianças alegram cada pedra angular fundamental; seus enormes arcos são como as mãos unidas de irmãos ; e em teu teto estão inscritos pensamentos de todos os sonhadores do mundo. Ainda está sendo construído - construído e reformado. Às vezes o trabalho segue às escuras; às vezes sob luz ofuscante; ora sob o peso de angústia silenciosa; ora ao som de risos e gritos heróicos , comparáveis ao som do trovão. As vezes, no silencio da noite, ouve-se as marteladas dos companheiros que trabalham na cúpula - companheiros que seguiram em frente com maior rapidez..."

Há nove graus nos Mistérios Menores. Os ritos correspondentes aos diversos graus são realizados à meia-noite em dias específicos. O rito do primeiro grau é realizado à meia noite de Sábado [ dia regido por Saturno ]. O rito do segundo grau é realizado no Domingo [ dia do Sol ], o rito do terceiro grau é realizado na Segunda-feira [ dia da Lua ] , o rito do quarto grau é realizado na Terça-feira [ dia de Marte ], o rito do quinto grau é realizado na Quarta-feira

[ dia de Mercúrio ], o rito do sexto grau é realizado na Quinta-feira [ dia de Júpiter ], o rito do sétimo grau é realizado na Sexta-feira [ dia de Vênus ], o rito do oitavo grau é celebrado nas noites de lua nova e lua cheia, e o rito do nono grau é celebrado nos solstícios do verão e do inverno.

Quando o discípulo está preparado, mediante de uma vida de pureza e Serviço, o Mestre vêm, instruindo-o a respeito de seus poderes latentes e iniciando-o no seu uso, explicando-lhe, pela primeira vez, como pode despertar essa energia e torná-la dinâmica.

"A Iniciação, sendo o culminar inevitável de prolongados esforços espirituais do candidato, conscientes ou não, não pode realizar-se até que, no requerido desenvolvimento interno, tenham sido despertados os poderes latentes que a Iniciação ensina a empregar dinamicamente, assim como não se produz nenhuma explosão se apertarmos o gatilho de um revolver descarregado. Todo serviço amoroso e desinteressado aumenta a luminosidade e o poder vibratório da aura do candidato e, tão seguramente como o ímã atrai a agulha, o brilho da aura luminosa atrairá o Instrutor Espiritual".

-Max Heindel, Conceito Rosacruz do Cosmos.

Quando um discípulo se torna um Irmão ou Irmã Leigo(a) é introduzido(a) ao ritual celebrado nas noites de Sábado. A Iniciação seguinte faculta-o a assistir os Serviços do Templo, à meia-noite dos Domingos, e assim por diante. "Embora todos os Irmãos ou Irmãs Leigas tenham livre acesso ao Templo nos seus corpos espirituais durante todos os dias, não podem entrar nos Serviços da meia-noite nos graus que ainda não tenham alcançado.

" Há um muro ao redor do Templo, invisível mas impenetrável para aqueles que ainda não receberam o 'Abre-te Sésamo'."

-Max Heindel, Ensinamentos de um Iniciado.

Cada noite esta muralha é constituída de modo diferente, por isso se algum Irmão Leigo, por engano ou por esquecimento, tentar entrar no Templo quando os ritos que aí se celebram estão acima de seu grau, aprenderá que é possível bater com a cabeça numa muralha espiritual , e esta experiência não é nada agradável.

"Durante os últimos séculos, os Irmãos Maiores da Ordem Rosacruz têm trabalhado ocultamente pela humanidade. Cada noite, à meia-noite, há um Serviço no Templo, onde os Irmãos Maiores assistidos pelos Irmãos Leigos atraem de todas as partes do mundo os pensamentos de sensualidade, avareza, egoísmo e materialismo. Transmutam-no em puro amor, benevolência, altruísmo e aspirações espirituais, que enviam ao mundo para melhoramento e fortalecimento do bem. Se não fosse este potente manancial de vibrações espirituais, o materialismo já teria acabado com todo o esforço espiritual. Nunca houve idade mais negra, do ponto de vista espiritual, do que os últimos trezentos anos de materialismo."

-Max Heindel, Conceito Rosacruz do Cosmos.



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O SIMBOLISMO ROSACRUZ


Para compreendermos o significado de qualquer mito, lenda ou símbolo de valor oculto, é absolutamente necessário que procuremos examiná-los como a qualquer objeto do mundo tridimensional. Por outras palavras, devem ser considerados sob todos os ângulos para deles obtermos uma compreensão completa e definida. Cada ponto de vista revela um aspecto diferente dos demais e todos devem ser igualmente considerados.

Visto em toda sua plenitude, o maravilhoso símbolo Rosacruz contém a chave da evolução passada, constituição presente e desenvolvimento futuro do homem, além do método de realização desse desenvolvimento. Quando se apresenta com uma só rosa no centro, simboliza o espírito irradiante de si mesmo e os quatro veículos, os corpos denso, vital, de desejos e a mente: o espírito entrou em seus instrumentos e converteu-se em espírito humano interno. Porém, houve um tempo em que não se tinha ainda alcançado esse estado, o tríplice espírito estava fora dos seus veículos e não podia entrar neles. Havia somente a cruz que se erguia sem a rosa, simbolizando as condições que prevaleceram na primeira terça parte da Época Atlante. Todavia, em tempo ainda mais distante, o homem era representado pela Tau (T), pois o madeiro superior faltava na constituição humana. Isto aconteceu nos tempos da Lemúria, quando o homem só tinha os corpos denso, vital e de desejos, faltando-lhe a mente. Predominava nele a natureza animal e gratificava seus desejos sem reserva. Mais anteriormente, na Época Hiperbórea, o homem só possuía os corpos denso e vital, faltando-lhe o de desejos. O homem nascente era então análogo às planas, casto e sem desejos. Sua constituição não podia ser representada por uma cruz, mas simbolizada por uma coluna (I).

Este símbolo foi considerado fálico, emblema da libertinagem do povo que o adorava. Certamente é um símbolo de geração, mas geração não é, de maneira alguma, sinônimo de degradação. A coluna ou pilar é o madeiro inferior da cruz, símbolo do homem nascente, quando era análogo às plantas. A planta é inconsciente de toda paixão, desejo ou mal. Gera e perpetua sua espécie de maneira tão pura e tão casta que, apropriadamente compreendida, é um exemplo para a decaída e luxuriosa humanidade, que deveria venerá-la, tal como no tempo em que este símbolo foi dado às raças primitivas. O Falo e o lota empregados nos Templos de Mistérios da Grécia foram dados pelos Hierofantes com esse mesmo espírito e sobre o templo colocavam-se as enigmáticas palavras: "Homem, conhece-te a ti mesmo". Se bem compreendidas essas palavras tem o mesmo significado da Rosacruz porque mostram as razões da queda do homem no desejo, na paixão e no pecado, e dão a chave da libertação da mesma forma que as rosas que estão sobre a cruz indicam o caminho de sua libertação.

A planta é inocente, porém não virtuosa; não tem desejos, nem livre escolha. O homem tem ambas as coisas. Pode conseguir seus desejos ou não, como quiser, para aprender a ser senhor de si mesmo.

Enquanto foi como as plantas, um hermafrodita, ele podia gerar por si mesmo, sem cooperação de outrem, pois além de ser tão inocente e casto como as plantas, era também como elas, inconsciente e inerte. Para poder avançar, necessitava que os desejos o impelissem e uma mente o guiasse. Por conseguinte foi retirada a metade de sua força criadora com o propósito de construir um cérebro e uma laringe. Naquele tempo, tinha uma forma redonda, semelhante a de um embrião e a laringe atual era uma parte do órgão criador que se aderiu à cabeça, quando o corpo tomou a forma ereta. Atualmente, a relação entre as duas partes pode ver-se na mudança da voz que o homem, que expressa o polo positivo da força geradora, experimenta ao chegar a puberdade. A mesma força que constrói outro corpo quando se exterioriza, constrói o cérebro quando sabiamente retida. Compreende-se claramente isto ao sabermos que o erotismo pode conduzir à loucura. O pensador profundo sente muito pouca inclinação para as práticas amorosas, e emprega toda sua força geradora na criação de pensamentos, em vez de desperdiçá-la na gratificação dos sentidos.

Quando o homem começou a reter a metade da sua força criadora para o fim já mencionado, sua consciência dirigiu-se para dentro, para construir os órgãos. Era capaz de ver esses órgãos, e empregava essa força, sob a direção das Hierarquias Criadoras, no planejamento e execução desses órgãos, do mesmo modo que, atualmente, é empregada na construção de aeroplanos, casas, automóveis, telefones, etc. Mas, então, estava inconsciente de como a metade dessa força saia para fora, para gerar outro corpo.

A geração efetuava-se sob a direção dos Anjos que, em certas épocas do ano, agrupavam os homens em grandes templos onde se realizava o ato criador, mas o homem não tinha consciência disso. Seus olhos ainda não tinham sido abertos, embora fosse necessária a colaboração de um ser que tivesse o outro polo, ou metade da força criadora necessária para a geração. A princípio não conhecia sua esposa. Na vida comum o homem estava encerrado dentro de si mesmo, pelo menos no que dizia respeito ao Mundo Físico. Isto começou a mudar quando foi posto em íntimo contato com outro ser, como no ato gerador, então, por um momento, o espírito rasgou o véu da carne e Adão conheceu sua esposa. Deixando conhecer-se a si mesmo, perdeu, correspondentemente, sua percepção interna, quando a consciência cada vez mais se concentrou no mundo externo. Esta percepção não poderá ser readquirida enquanto necessitar da cooperação de outro ser para criar, e não tiver chegado ao ponto em que possa utilizar novamente toda sua força criadora. Assim, tornará a conhecer-se a si mesmo, como no tempo em que atravessava o estado análogo ao vegetal, mas com esta importantíssima diferença: usará a faculdade criadora conscientemente e não se verá restringido a empregá-la só na geração e procriação de sua própria espécie, mas para criar o que quiser. Não usará os atuais órgãos de geração, mas a laringe, que falará a palavra criadora dirigida pelo espírito por meio do mecanismo coordenador de cérebro. Assim, a seu tempo, dos dois órgãos formados pela força criadora advirão os meios pelos quais o homem converter-se-á em um criador independente e consciente de si mesmo.

No atual grau de desenvolvimento, o homem já pode modelar a matéria por meio da voz e do pensamento, como vimos em experiências científicas quando os pensamentos criaram imagens em placas fotográficas e a voz humana criou figuras geométricas na areia, etc.

O homem poderá exteriorizar a força criadora na proporção do altruísmo que demonstre. Isto dar-lhe-á maior poder mental e o capacitará a utilizá-lo para melhorar os demais, em vez de prejudicá-los e sujeitá-los à sua vontade. Aprenderá a dominar-se, e deixará de tentar dominar os outros para seu próprio benefício e fins egoísticos. Somente aquele que aprendeu a dominar-se está qualificado a orientar os demais e, quando chamado para isso, é competente para julgar, encontrando a melhor solução para eles.

Portanto, a seu devido tempo, o atual modo passional de geração será substituído por um método mais puro e eficiente que o presente e isto está também simbolizado na Rosacruz, quando a rosa é colocada no centro, entre os quatro braços. O madeiro maior representa o corpo; os dois horizontais, os dois braços; o madeiro curto, superior, representa a cabeça, e a rosa está colocada no lugar da laringe.

A rosa, como qualquer outra flor, contém o órgão gerador da planta. Seu verde pedúnculo leva a seiva, o sangue vegetal, incolor e sem paixão. A rosa vermelha mostra a paixão que enche o sangue da raça humana mas, na rosa, o fluído vital não é sensual, é casto e puro. É um excelente símbolo dos órgãos geradores em estado puríssimo e santo, estado que o homem alcançará quando seu sangue for limpo e purificado de todo desejo, quando tornar-se casto e puro, análogo a Cristo.

Os Rosacruzes esperam ardentemente o dia em que as rosas floresçam sobre a cruz da humanidade, e os Irmãos Maiores saúdam a alma esperançosa e anelante com as palavras de Boas-Vindas: "Que as Rosas Floresçam em Vossa Cruz". Esta saudação é usada nas reuniões de todas as Fraternidades pela pessoa que abre os trabalhos, e os estudantes, probacionistas e discípulos presentes respondem à saudação, dizendo "E na vossa também".

João fala de sua purificação (1o. Epist. 3-9) e diz que "aquele que nasceu de Deus não comete pecado, porque a semente de Deus permanece nele e não pode pecar porque nasceu de Deus". É uma necessidade absoluta para progredir que o aspirante seja casto. Todavia, deve-se ter bem presente que a perpetuação da raça é um dever que temos para com o todo. A castidade absoluta não é exigida enquanto o homem não tiver alcançado a preparação necessária para as grandes iniciações.

Se somos capazes, mental, moral, física e economicamente de executar o ato da geração, devemos fazê-lo, não para gratificar o prazer sensual, mas como um ato oferecido no altar da humanidade. Este ato não dever ser realizado austeramente, e uma repulsiva disposição mental, mas de forma prazerosa em dádiva de nós mesmos, fazendo uso do privilégio de oferecer a alguém que deseja renascer, um corpo apropriado ao seu desenvolvimento. Dessa maneira, também ajudaremos a que as rosas floresçam em sua cruz.

"Bem-aventurado o homem que suporta a tentação, porque depois que tiver sido provado, receberá a coroa da vida, que Deus prometeu aos que O amam". São Tiago 1:12.

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